DIOGO SPINELLI

DIOGO SPINELLI

diogo@clowns.com.br

Mestre em Artes pelo Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – IA/UNESP (2016) e Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Direção Teatral, pela Universidade de São Paulo – ECA/USP (2009). Integra o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (Natal/RN), no qual atua nas funções de ator e diretor, e através do qual coordena desde 2015 o projeto “Laboratório da Cena de Parnamirim”.  Ainda pelo grupo, coordenou a equipe de comunicação das três últimas edições do Festival O Mundo Inteiro É Um Palco, editou o último número da Revista Balaio, dirigiu a contação de histórias As caçadoras de histórias (2016), e atuou nos espetáculos Tubo de Ensaio A: Saturação (2018) e Tubo de Ensaio B: Essência (2018), Ponto de encontro (2019) e CLÃ_DESTIN@ (2020). 

É cofundador e crítico do Farofa Crítica (Natal/RN), primeiro site potiguar dedicado especificamente à análise e crítica de espetáculos de teatro, dança e performance produzidos ou de passagem pela cidade de Natal/RN, lançado em 2016. Como dramaturgo, escreveu Quizás, quizás, quizás (2012), obra encenada pela Cia. Alô, Doçura! (São Paulo/SP), com sua direção. Integrou também o núcleo de dramaturgia responsável pelos 06 solos que compõem o projeto Ficção (2012), da Cia. Hiato (São Paulo/SP). Como escritor, publicou o livro Contos Achados & Perdidos (2016), pela SESI-SP Editora, e Pequeno Livro dos Amores Particulares (2017), pela Fortunella Casa Editrice.

Em 2018, ocupou a função de professor substituto de Atuação no Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

 
HELOíSA SOUSA

HELOíSA SOUSA

heloisa_pds@hotmail.com

Artista potiguar. Professora e pesquisadora no campo das Artes Cênicas. Graduada no curso de Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e mestre em Artes Cênicas pela mesma instituição. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas na Universidade de São Paulo (USP). Desenvolve pesquisas e práticas em montagem de figurinos, composições de visualidades para a cena contemporânea, direção teatral e artes performativas.

Foi membro dos grupos Cruor Arte Contemporânea (2012-2013) e Sociedade T (2013-2018). Atualmente, associa seus trabalhos artísticos ao Teatro das Cabras, desempenhando as funções de encenadora e diretora de arte, em obras com linguagens híbridas e performativas. Dirigiu as obras "Mac(Beth) (2011) com o ator, bailarino e coerógrafo Maurício Motta, "Tratados de Mim Mesma na Infertilidade" (2017) tendo sido contemplada com o Rumos Itaú Cultural 2015-2016 e "A Tragédia Mais Insignificante do Mundo" com dramaturgia de Fernanda Cunha. Além disso, desde 2016, escreve textos críticos sobre espetáculos e performances para o site Farofa Crítica, tendo sido uma das críticas convidadas para acompanhar o FIT-BH. É membro da seção brasileira da IACT (Associação Internacional de Críticos de Teatro).